- Nós vamos agir conforme o planejado okays? – diz Dougie – Nosso estoque de sangue de morto está quase no fim, por isso vamos ter q dar uma paradinha pra reabastecer.
Eles andam mais alguns quilômetros com o Chevy Impala 67 alugado, e param na frente de um hospital.
- Hazz, você fica aqui com ela enquanto...
- Não, você fica, eu vou! – contradiz Harry já saindo do carro.
- okay, perfeito... – fala Doug sarcasticamente.
- Eu sou tão chata assim é? – pergunta Sophia que estava quieta desde que entraram no carro.
- Ahn, vamos ver... você tem um namorado vampiro idiota que quer matá-la, daí você me faz sonhar com coisas estranhas, e por isso agora ele deve estar atrás de mim também. Você lê minha mente sem eu permitir e responde aos meus pensamentos! Sim, eu acho que você é um porre sim! – diz Dougie exaltado.
- Okay...
Os dois ficam em silêncio por um bom tempo até que Sophie fala:
- Desculpa.
- Desculpa?
- É. Por eu ter te metido nessa – diz a garota olhando pra fora – eu estava desesperada...
Doug fica em silêncio por um tempo e depois diz:
- Tudo bem. Eu estou sendo um idiota ta! Eu... Você estava certa. Sobre as visões... Eu sabia que elas aconteciam de verdade. Na primeira vez que eu tive uma eu pensei que era só um sonho idiota e que a pessoa ter morrido era só uma coincidência, mas mês passado quando eu vi no jornal que um menino tinha morrido exatamente como eu tinha visto e... Eu não posso mais deixar isso acontecer. Se alguém está colocando visões ou o que quer que seja na minha cabeça como você fez, eu não sei... eu só sei que é verdade, e eu não vou mais deixar isso acontecer sem fazer nada.
- Você é muito corajoso. Não é qualquer um que sai por ai caçando essas aberrações sobrenaturais. Não se culpe por não ter feito nada antes, você estava assustado como qualquer um ficaria.
Doug olha pras mãos e fica em silêncio.
- Eu sabia que ele não me deixaria partir
- Daí você resolveu me fazer sonhar com o que supostamente iria acontecer.
- Não...
Dougie olha seriamente para a garota.
- Não? Como assim? E o sonho que eu tive?
- É eu sei, mas não fui eu... eu não posso fazer isso! Eu só consigo ler mentes, nada mais.
- Então...
- Então o crédito é todo seu.
- Por que você pediu desculpa então?
- Por que quando eu vi o que você tinha visto e que você já estava envolvido, eu só precisei te fazer acreditar que fui eu que fiz. Que eu tinha planejado tudo desde o começo.
- A culpa não foi sua... como você disse, eu já estava envolvido. Mesmo que você não tivesse sido totalmente sincera e contado que lia mentes eu iria te ajudar. Então, não precisa peça desculpas.
- Okay! – diz Harry entrando no carro – Tudo pronto! Dude, aquelas enfermeiras são duras nas queda! Eu tive...
Hazz olha pra cara deles e percebe que aconteceu alguma coisa.
- O que aconteceu aqui? – pergunta
- Nada. Vamos dar o fora logo. – diz Dougie dando partida no carro.
-x-
Eles viajam uns 100 quilometros até a reserva ecológica perto da represa onde Victor, o ex-namorado vampiro de Sophie, tem uma cabana. Ele provavelmente estaria lá, planejando o que fazer para pegá-los. Dougie pára o carro perto da represa, eles não querem chamar a atenção de Victor até estarem preparados. O plano é Dougie e Sophie irem até a cabana de Victor e pegá-lo lá e Harry esperaria na divisa entre a represa e a floresta, para caso o plano não desse certo, já que Dougie disse o que aconteceria.
O casal deixa Hazz perto da cerca e vai em direção a floresta fechada. Eles caminham em silêncio tomando cuidado de não fazerem barulho ao caminhar. De repente um grito de homem corta o silêncio da noite.
- Harry! – diz Dougie. Então ele corre na direção do grito já não se importando em não fazer barulho, alguma coisa tinha acontecido e ele tentava não pensar no pior.
-----------------------------------------To be continued...
Oi pessoas! Não me matem, mas eh que eu n consigui pensar em um final direito ainda...
dai eu soh estou postando mais uma partezinha, soh pra vcs n dizerem q eu n estou fazendo a fic e tals... *morre*
Eu prometo que o próximo post vai se o Gran finale!
xoxo
Mih
High School
OMG!!!A gente já teve 3 aulas de matemática com esse professor e eu não entendi nada da matéria.Na verdade,não é bem a matéria que eu não estou entendendo.É esse professor,que fala como se tivesse uma batata na garganta. E pra ajudar,ainda dá umas gaguejadas de vez em quando.Ainda por cima,eu não consegui achar nenhuma cara "amigável" o bastante para pedir ajuda.OLHA,essse menino aqui da frente parece que entende alguma coisa.Será que eu pergunto pra ele?Não.Acho melhor não.Ele tem cara de ser aqueles "playboyzihos"que vivem rodeados de meninas histéricas por causa dos seus "incríveis" olhos azuis.E QUE olhos azuis.Nunca tinha reparado antes.Ele tinha os olhos azuis mais azuis que eu já tinha visto na vida.E olha que aqui em Londres não é nada difícil encontrar um belo par de olhos azuis a cada 500 metros por onde anda.
- Você entendeu alguma coisa?Parece que o professor fica pior a cada dia que passa. ¬¬' Acredito ter escutado ele falar alguma coisa sobre x e y e z,e mais alguma coisa sobre o produto da soma de alguma coisa,mas foi só isso. - OMG.Ele ta falando comigo(se belisca disfarçadamente).E agora?O que é que eu faço?Bem,calma,calma,calma.Não deve ser muito difícil.É só responder o que ele perguntou.Ou pelo menos tentar responder.
- N-n-n-na verda-da-dade(pausa pra respirar),já é a quarta aula que estamos tendo com ele e eu não estou entendendo nem 2 de 10 palavras que ele fala.
- Hum.
- Só entendo alguma coisa da matéria quando ele passa no quadro.
- Pois é.Parece que esse ano ele está pior do que nos outros,não é mesmo?
- Eu sou nova aqui.Acho que é por isso que estou tão desesperada,vendo todo mundo decifrando o que ele fala,e eu aqui,que nem uma boba olhando pra ele como se ele falasse grego ou coisa parecida.
- Ah.Bem que eu percebi que nunca tinha te visto por aqui,mas como essa escola é muito grande,pensei que você tivesse sempre estudado no outro pavilhão.
- Na verdade,eu sou do Braasil.Vim com uma amiga minha que vai terminar a faculdade de arquitetura aqui.E como meu sonho era terminar a faculdade e vir pra cá,não achei nada mal adiantar um pouco os planos.É até melhor.Assim eu posso praticar o meu péssimo inglês.
- Ah.Seu inglês é diferente,mas não é ruim.Dá pra perceber que tem uma mistura do americano com o britânico,mas dá pra entender bem.
- É que no Brasil a gente tem mais como base o inglês americano,mas como eu não fiz nenhum curso,me virei sozinha,por gostar mesmo.E aprendi muito vendo vídeos da minha banda favorita que é daqui da Inglaterra,aí ficou essa mistura mesmo.
- rsrsrs . Eu acho legal o jeito que você fala xD
- ¬¬' (momento de silêncio).
- Mas e aí...você quer que eu te ajude com a matéria?
- SIM - Calma,não deixe parecer que você está desesperada.Mas eu estou mesmo(hunf).Mas também não preciso deixar que ele perceba isso.
- Então,3 horas na biblioteca tá bom pra você?
- Na biblioteca? (faz cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança)
- Porque?Você prefere outro lugar?
- É que eu sou muito desastrada.Tenho certeza que vou derrubar alguma coisa ou fazer muito barulho,e vão acabar nos espulsando de lá.
- rsrsrs . Na minha casa então?
- Hum...Onde fica?
- Fica logo no fim da rua.Uma casa...bem,as casas daqui são todas iguais ¬¬' .Mas,então eu te espero na frente,blz?
- Blz (som do sinal tocando ao fundo).
- Até a tarde então (sorriso colgate).
- Até.
...continua...
Como eu nunca faço um final que preste,e já está um pouco grande mesmo,vou terminar ela outro dia,quando eu conseguir criar um final descente pra ela =D.
by:*Jana*
- Ahn, por favor, você pode me informar se existe alguma Sophia instalada aqui? – pergunta Doug para o atendente do único hotel da cidade.
- Só um momento Sr. – diz o atendente. – Ah, me desculpe, não há nenhuma Sophia aqui não.
- O.k. Muito obrigado – reponde Doug.
Doug vai ao encontro de Harry que está esperando do lado de fora do hotel.
- Dude, nem sinal dela.
- Putz, como a gente vai localizar ela? – pergunta Harry.
- Não faço a mínima idéia. Sabe, acho que foi idiotice ficar aqui. A gente tinha que ter ido com os caras pra New Jersey.
- Agora, já era. E não foi você quem disse que: “é como se ela tivesse uma ligação comigo, ou algo do tipo”, então, agora a gente vai atrás dessa mulher e vamos ajudá-la. Vai que ela é a mulher da sua vida... porque a mulher dos seus sonhos ela com certeza já é!
- Há-há-há! Muito engraçado. Certo, vamos dar uma olhada na rodoviária então.
- Okays.
-x-
- Putz essa guria desapareceu do mapa! Evaporou igual o namoradinho dela na cafeteria. – diz Doug de saco cheio já.
- Calma dude, ela vai aparecer... Vamos dar uma andada pelas lojas da cidade, ela pode estar tentando afogar a fossa nas compras...
- Afogar a fossa nas compras? Dude...
- Aff, sei lá, quem entende essas mulheres?
- Ta certo, vamos lá, a gente não tem nada melhor pra fazer mesmo.
Eles vão até o centro da pequena cidade e começam a vasculhar algumas lojas a procura de Sophia. Eles entram numa loja de departamentos e resolvem se separar.
Harry vai para a ala de alimentos, enquanto Doug para a parte de roupas.
- Dude, essa saia é tão pequena que mais parece um cinto... – Doug fala pra si mesmo.
- Mas você gostaria de vê-la em uma mulher não?
Doug leva um susto quando uma voz feminina sai de trás da arara de roupas mais próxima.
- Ahn, eh... talvez...
- Fala sério! – diz a mulher saindo de trás das roupas. Qual não é a surpresa de Doug ao ver quem era a mulher.
- Ah, é... ficaria... ficaria bem legal numa mulher... eu acho. – fala Doug olhando para a saia e imaginando ela em Sophia.
- Todos os homens são iguais.
- Nem todos.
- Ah, então me diga que não está imaginando essa saia em mim.
- Ehh...
- Eu sabia. – diz Sophia dando as costas para ele.
- Hey! Espera. – fala Doug segurando o braço dela.
- O quê?
- Ahn, você nem disse o seu nome.
- Você sabe o meu nome.
“Como ela sabe que eu sei?” pensa Doug.
- Eu sei, simples. – responde Sophia dando as costas para ele de novo.
- Você está lendo minha mente? – diz Dougie segurando o braço dela de novo.
Sophia olha profundamente nos olhos dele e diz:
- Quem sabe? Talvez sim, talvez não. Talvez eu só tenha “jogado verde”.
Doug a puxa para um canto da loja.
- Hey, o que você está fazendo? – pergunta Sophia tentando se livrar da mão do rapaz.
- Leia minha mente e descubra! – fala Dougie ainda a segurando firme.
- Okays, você é louco! Me solta ou então eu vou gritar!
- Grita, daí você não vai ter ninguém pra te ajudar com o seu namoradinho estranho.
Sophia olha pra ele e pára de tentar se soltar.
- Pronto? – pergunta Doug. – posso começar com as perguntas agora?
- Perguntas? Que perguntas?
- Okays, você não é muito boa em mentir. Então? Posso começar ou você prefere um lugar mais tranqüilo?
- Outro lugar.
- Certo, vamos.
-x-
- Comece pelo começo por favor. – pede Dougie sentado numa cadeira defronte para a garota sentada na cama do hotel.
- Bem, tudo começou quando meu pai e minha mãe se conheceram e... okay, eu vou falar sério. - diz a garota notando o olhar entediado de Doug e Harry. – Meu EX- namorado é... ele é um vampiro... e também pode ficar invisível, por isso ele “evaporou” na cafeteria assim que eu sai.
- Como você sabe que ele ficou invisível se você já tinha saído de lá? – pergunta Harry.
- Ah sim, eu, bem... eu também sou “estranha”, posso... posso ler mentes...
- Eu sabia! – diz Doug com um sorriso no rosto. – você ficou vendo as nossas mentes?
- Não exatamente todas as mentes, só uma... a sua – diz Sophia olhando pra Dougie.
- A minha? Por quê?
- Bem, você não acha que o sonho que você teve foi um pouco estranho demais? Digo, mais estranho que os demais sonhos que você já teve? Que não são nem um pouco normais eu posso afirmar.
- O que você sabe sobre normalidade sua esquisita que lê a cabeça dos outros?
- Sei muito, justamente por não ser normal, seu psíquico estranho que tem visões do futuro dormindo!
- Eu não sou isso que você falou!
- Ah não? Então o que você é exatamente?
- Uma pessoa normal!
- Ah sim, é super normal a pessoa ter visões do futuro!
- Eu não tenho visões do futuro! São somente sonhos!
- Sonhos? Sonhos... ah claro! Por isso que eles sempre acontecem de verdade neh? Ou vai me dizer que você nunca soube que eles aconteceram? O que seria uma mentira claro, porque eu estou lendo a sua mente e estou vendo que você sabe a verdade!
Dougie fica olhando pros olhos da mulher, levanta a cadeira a derrubando e sai do quarto. Harry vai atrás do amigo.
- É verdade o que ela disse? – pergunta Hazz.
Doug fica em silêncio olhando para o nada.
- Dude, por quê você nunca disse nada?
- Você acha que eu quero ser visto como um anormal idiota que tem “visões do futuro” e coisas do tipo?
- Por isso que você quis ficar não eh? Quer ajudar ela... Não quer ver mais ninguém... morrer?
Doug não diz nada, vira as costas para Harry e sai andando.
---------------------------------To be continued...
Pessoas estou postando a segunda parte da fic!
Eu ia terminar ela hoje, mas tenho que ir pra faculdade agora, dai fica pra depois okays?
Ah Lah, vlw!! *-* Tah ficando boa assim eh?
ahashuhsushaushauhashuhsu
Ah eu n gostei da parte que escrevi hj... =/
Foi escrita as presas ;x
E tá ficando meio Twilight isso, pessoas lendo mentes, tendo visões do futuro e pans
xoxo
Mih
Ela corria desesperada pela mata fechada. Corria por sua vida. Suas pernas iam ceder a qualquer minuto, ela pressentia isso, mas continuava a correr. Seus pulmões pareciam que iam explodir, pois o coração já estava ficando sem forças pra bombear o sangue. Seu cérebro ia se desligar com a falta de oxigênio, mas ela não podia parar. Não agora que estava tão perto da divisa. Suas mãos estavam raladas, suas calças tinham buracos na altura dos joelhos, a camiseta listrada de vermelho e branco estava ensangüentada. Ela corria tentando não tropeçar nos próprios pés. Sentiu ele se aproximando perigosamente e tentou acelerar, ele corria cada vez mais perto, ela o ouvia rir de excitação. Lá estava a cerca! Só mais alguns metros. Havia um buraco logo a frente, ela pulou cambaleante, mas isso foi demais para o seu frágil corpo e ela cedeu. Olhos vermelhos como sangue.
Um grito corta a escuridão.
- Dude, acorda! Hey!! Dougie!
Dougie abre os olhos e leva um minuto pra perceber que estava na segurança do quarto de hotel, e não numa floresta cerrada sendo perseguido.
- Que foi cara? Outro sonho estranho? – pergunta Tom sentando na cama e olhando para o amigo.
- Não sei...
- Como não sabe? Era você que tava gritando ai...
- Eu sei, quer dizer... AI, minha cabeça ta latejando!
- Toma isso. – Harry joga uma caixa de comprimidos e uma garrafa de água pra Dougie.
Dougie toma a água, joga um comprimido na boca e bebe outro gole de água.
- Dude, dá pra sair de cima das minhas pernas? – fala apertando as têmporas.
- Ah, claro! – Danny desce da cama e senta na cadeira ao lado.
- E então? O que você viu dessa vez? – Harry pergunta se aproximando.
- Eu não lembro direito...eu estava correndo numa floresta e tinha alguém atrás de mim.
- Atrás de você? Quem? – Tom pergunta com um leve quê de preocupação.
- Eu não sei, eu não cheguei a ver o rosto, e se vi não me lembro.
- O quê mais? – Danny questiona.
- Eu não lembro... eu só estava correndo de alguém, e...
Dougie pára e faz uma cara de incredulidade.
- E...? – Todos estavam curiosos.
- Eu era uma mulher!
Os amigos se entreolham, e depois olham pra Dougie.
- Dude, é melhor você tentar dormir vai. Aquele porre de ontem não te fez muito bem! – Danny fala dando umas palmadinhas nas costas do amigo e indo se deitar.
- É sério! Eu era uma mulher! Eu tinha cabelo grande... franja... peitos! Eu lembro, eles balançavam enquanto eu corria!
- Ahhn, okays. – Tom diz voltando a deitar e virando para o outro lado.
- Harry! Você acredita em mim neh?
- Eh, então... – Harry senta na ponta da cama – Cara, você quase nunca tem esses sonhos estranhos, e quando tem a gente faz o possível pra acreditar, mas desta vez foi um pouquinho demais sabe? Tipo, você geralmente vê a cena, mas nunca é você o perseguido, e desta vez você estava correndo de alguém, e você diz que era uma mulher! É meio... bem, é bem diferente entende?
Dougie olha para o amigo e percebe que continuar insistindo naquilo agora não seria a melhor solução.
- Ok. Eu entendo... Eu vou dormir.
- Doug...
- Deixe o esquisitão aqui voltar a dormir, okay?!
Hazz olha para Doug com uma cara preocupação, mas acha melhor ir se deitar. Logo amanheceria e eles tinham muita coisa pra fazer durante o dia.
-x-
- Doug, você não vai comer nada? – pergunta Danny comendo outro pão de batata.
- Não.
- Dude, é melhor você comer. A gente vai pegar a estrada e não sabemos aonde e nem quando vamos parar pra comer de novo. – Harry informa enchendo a boca de bacon.
- Eu-não-estou-com-fome. Ok?
Todos param de comer e olham para ele.
- Ok! – Danny diz com a boca cheia.
- Posso ir tirando o carro? Ou vocês ainda vão demorar muito? – pergunta Dougie querendo apenas dar o fora dali.
- Ahn, aham, pode sim. A gente já vai. – Tom passa as chaves do carro.
- Beleza. – Dougie pega as chaves e levanta da cadeira num pulo.
Ele sai pela porta detrás da cafeteria e vai na direção do carro quando ouve um casal brigando no carro em frente. Doug entra no furgão preto, metalizado com chamas amarelas e vermelhas e liga o som. Ele está se preparando para dar ré quando vê a mulher saindo do carro. Ela tinha cabelos e olhos castanhos. Usava um jeans rasgado na altura do joelho e uma camiseta listrada de vermelho e branco. Ele já tinha visto essa roupa em algum lugar, só não lembrava aonde. Ele ignorou a mulher e continuou dando ré no carro, quando de repente ele freia bruscamente. Aquela era ele! Quer dizer... aquela mulher é a que ele vira correndo na floresta em seu sonho! Só podia ser a mesma! Eram os mesmos cabelos longos, a mesma franja, a mesma roupa, os mesmos peitos(?) whatever, era ela! Ele tinha certeza absoluta! Agora o homem também havia saído do carro e estava tentando alcançar a mulher antes que ela chegasse na cafeteria, mas não conseguiu e entrou atrás dela. Dougie repôs o furgão no lugar, desligou o motor e saiu correndo pra dentro da cafeteria. Ao entrar viu os amigos no caixa pagando a conta. A mulher estava sentada numa mesa no canto, o homem estava na frente dela tentando convencê-la a fazer alguma coisa.
- Caras, sentem ai. – Dougie fala empurrando Danny pra cadeira.
- Quê? Mas a gente já pagou a conta! – Danny diz tentado se manter em pé.
- Senta cara***!! – Dougie empurra Danny e senta na cadeira ao lado.
- Okay! A gente ta sentado! E agora? O quê foi? – Tom pergunta tentando não fazer movimentos bruscos.
- Escutem! – Doug olha atentamente pro casal no canto.
Eles ficam em silêncio.
“Eu já disse que não foi assim...”
“Não! Eu já...”
“Me escuta!”
“Pára!”
“Sophia! Por favor!”
“Já deu! Pára! Eu não quero ouvir mais nada! Estou indo embora agora!”
“Sophia! Senta aqui e me escuta!”
“Adeus. Passar muito mal!”
“Você vai se arrepender de me largar! Você não vive sem mim!”
A mulher sai pela porta e o homem encara os quatro rapazes que estão calados olhando pra ele, um leve brilho vermelho aparece nos seus olhos raivosos. Rapidamente os rapazes desviam o olhar e começam a falar aos sussurros.
- O quê foi aquilo?
- Por quê você queria ouvir aquela briguinha de casal?
- Doug, o quê ta pegando?
- Dá pra deixarem eu falar? – Doug com a voz sobressaindo as demais – Obrigado! Aquela mulher, Sophia eu acho, é a mulher que eu era no sonho!
- Ahn? – Danny pergunta com uma cara de WTF?
- Lembram do sonho que eu tive hoje? Pois é, eu disse que eu era uma mulher no sonho, não disse? Então! Eu era aquela mulher!
- Como você sabe? – Danny com a cara de WTF ainda...
- As roupas são iguais! E o cabelo, e os... enfim, é ela! Eu tenho certeza!
- E o quê você vai fazer a respeito? Você acha que ela corre perigo? – Harry pergunta olhando firmemente para o amigo.
- Eu não sei, acabei de me deparar com ela no estacionamento! Eles estavam... Cadê ele?
- Ele?
- Ele, o cara que tava brigando com ela!
Eles olham em volta procurando o homem, mas ele tinha simplesmente evaporado.
- Como ele conseguiu sair sem passa pela gente? – pergunta Danny coçando a cabeça.
- Eu não sei, mas tem alguma coisa errada com aquele cara! Vocês repararam nos olhos dele? Tinham um certo brilho avermelhado...
- O que você acha? Vampiro?
- Pode ser...
- Mas se ele fosse um vampiro não poderia simplesmente desaparecer! Vampiros não fazem isso. – Tom afirma – Pelo menos...
- Pelo menos não os que a gente já enfrentou até agora. - Harry completa.
- Sim.
- O quê a gente vai fazer? – Pergunta Dougie preocupado.
- Eu não sei... a gente já tem um caso pra resolver esqueceram? As pessoas que sumiram em New Jersey. Não podemos abandonar o caso assim. Deve ter gente morrendo lá. – Tom lembra.
- É verdade Dougie. Não podemos deixar mais pessoas morrerem pra tentar salvar uma garota. – Harry diz.
- Eu sei, mas isso é estranho entendem? Eu nunca tive um sonho daqueles antes! Tão intenso! É como se ela tivesse uma ligação comigo, ou algo do tipo. Como se ela pedisse por ajuda. Não posso virar as costas e fingir que nada aconteceu. Se vocês quiserem continuar nesse caso de New Jersey, vão em frente, mas eu vou ficar.
- Tem certeza disso?
- Absoluta.
- Então eu fico com você – diz Harry – Tom e Danny, vocês vão pra New Jersey tentar resolver o que é que estiver acontecendo por lá.
- Mas nós nunca nos separamos antes. – Danny diz olhando pros companheiros. – E se algo der errado? E se eu e o Tom não conseguirmos pegar a coisa e ela nos pegar antes? E se ela pegar o Tom? Eu não sei se vou conseguir pegar ela! E se o cara pegar vocês! E... outch!
- Cala a boca Danny! – Tom fala dando um pedala. – A gente vai dar uma olhada geral por lá e ver o que descobre! Eu acho que amanhã no máximo vocês já devem estar por lá neh?
- Sim, o que tiver de acontecer, vai acontecer hoje a noite. Pelo menos eu acho. Só se ela gostar muito daquela roupa e não trocá-la mais. - Dougie fala olhando para o sol que começa a brilhar com mais intensidade.
----------------------------------------------To be continued...
Então galerinha dumal, eu estou postando a primeira parte da fic.
Eu não vou conseguir terminar de escrever ela hj, pq tenho q terminar um trabalho pra entregar amanhã de manhã... :x
Ah, lembrando que hj nos EUA estréia a segunda temporada de Gossip Girl e a sexta de One Tree Hill pessoas!!
E amanhã estréia a nova versão de Barrados no Baile, "Beverly Hills, 90210"! Com o gatíssimo Kellan Lutz, que faz o Emmett no filme Twilight! *__*
Well, acho q eh isso... desculpem a demora pra postar, mas bem, nós n tinhamos um tema, dai ficava difícil e tals...
Bjos pessoas lindas do meu core! ^^
Mih
CONTINUANDO…
I cut my social life in two,
Eu corto minha vida social em duas,
I quit my city job so I can be here with you.
Eu me demito do meu emprego para poder ficar aqui com você.
My friends say I'm a fool in love,
Meus amigos dizem que sou um bobo apaixonado,
But I'm not babe,
Mas eu não sou babe,
It's worth my while because you're what my dreams are made of.
Isso vale a pena porque meus sonhos são feitos de você.
Aquele simples passeio rendeu a eles o primeiro beijo daquele, futuro, relacionamento.
Estavam chupando sorvete e caminhando durante um dia menos frio, pois aquilo não chegava a calor, no parque. Conversavam sobre assuntos diversos e aleatórios a fim de se conhecerem mais e melhor.
O assunto, agora, era internet. Ela dizendo ser boa pelas informações que contém nela, e ele discordando, pois estava pensando no futuro de sua banda, que estava fazendo sucesso cada vez mais rápido, que a divulgação seria boa. Porém os downloads e pirataria das músicas, não seriam bons para a banda.
- Eu continuo defendo minha idéia, Tom. - ela ia explicando-se. - A divulgação de vocês seria maior e, também, a maioria de informações sobre qualquer coisa nós encontramos lá. - ele ia interrompê-la. - E sim, eu sei que às vezes ela não é segura e confiável. - ela começava a se alterar.
- Eu sei Bia. E era exatamente isso que eu ia te falar. Mas pense pelo meu lado. A pirataria só aumenta no mundo music... - ela começou a rir. - Que foi que você está rindo? - Ele perguntou confuso e parando de andar.
- É que você tá com sorvete no nariz. - ela disse gargalhando agora, deixando-o sem graça. - Deixa que eu limpo pra você! - ela passou sua mão delicada e esmaltada pelo nariz dele, logo depois a limpando no guardanapo que tinha pego com o sorveteiro que havia lhe vendido os sorvetes de limão, dela, e de uva, dele. Ele estava a encarando enquanto ela o limpava parecendo se divertir com a situação e estampando um sorriso doce e alegre em seu delicado rosto. Ele sorriu ao vê-lo tão perto dele sorrindo. Quando ela ia se distanciando ele pegou seu sorvete e a sujou, também, no nariz.
- Hey! - ela disse fingindo-se de brava e logo depois sorrindo. - Pode limpar, mocinho! - falou apontando para seu próprio nariz e fazendo careta. Ele deu uma risada gostosa que fez ela ter vontade de rir ainda mais.
- Eu não tenho com o que limpar! - ele disse travesso com uma feição de criança.
- Se vira! Eu te limpei e agora você me limpa. - ela riu e ele também. De repente ele ficou sério e foi aproximando sua boca do nariz dela. Ela apenas o encarava agora já séria, seguindo todos os, mínimos, movimentos que ele fazia se aproximando.
Sua boca estava defronte, porém um pouco acima da dela, e foi nesse instante que ela sentiu a respiração quente dele em seu rosto. Estava um clima estranho no ar.
Ele pensou por um momento parar com aquilo, mas o olhar - ansioso - dela sobre ele, não parecia que ela estava achando aquilo ruim ou que ficaria brava. Assim surgiu nele o pouco de coragem que lhe faltava e a lambeu. Ela riu, porque aquilo lhe fez um pouco de cócegas. Ele hesitou por um instante, mas logo continuou a lambê-la. Quando ele terminou, ela sorria nervosa e um pouco envergonhada. Então, ele com a coragem que tinha naquele momento mais a audácia, decidiu sujá-la também nas bochechas, mas não sabendo mirar ou talvez, o que era mais provável, pelo nervosismo, errou e acabou sujando do lado esquerdo dela em seu queixo, e do direito o canto do seu lábio inferior.
Ela percebendo os lugares onde o sorvete, ou melhor, Tom tinha lhe atingido ficou assustada e excitada com as possibilidades que se abriam entre eles.
A amizade deles era linda. Viviam se comunicando através de emails, torpedos, telefonemas... E isso tudo em menos de um mês de amizade, então, porque não poderia acontecer algo a mais entre eles?
Tom ainda a encarando deslizou o rosto lentamente até chegar em seu queixo. Logo ele começou a lambê-la, novamente. A respiração deles estava em perfeita sintonia. Os olhos de ambos não se desgrudavam um dos outros. Assim que ele terminou, passou os lábios em cima dos dela indo para o outro lado. Quando ela sentiu os lábios dele apenas roçando pelos seus, rapidamente se arrepiou e fechou os olhos. Ele a vendo fechar os olhos percebeu que ela também queria aquilo. Lambeu-a delicada e lentamente para aproveitar aquele momento com ela. Quando ele terminou, não agüentando mais a proximidade - que era quase nula - entre eles, fechou os olhos e a mordeu no canto do seu lábio inferior, exatamente onde estava melado de sorvete. Ficaram naquela posição durante alguns minutos. Ela sentindo os dentes dele em seus lábios e sua respiração. Ele estava com a sensação de que se a soltasse ela poderia fugir. Então no exato momento que ele largou seu sorvete, deixando-o cair no chão, e a abraçou, ela, que não estava mais agüentando aquilo, começou a beijá-lo. Os braços dele a seguraram, um indo em direção à sua cintura, para poder aproximá-los mais, e o outro - com todo cuidado - em seu rosto, fazendo-lhe um carinho em sua bochecha. Ela apenas levou seus braços em torno do pescoço dele, e uma de suas mãos, que não estava ocupada com o sorvete, adentrou seus cabelos macios lhe fazendo carinho e às vezes indo até sua nuca. E era exatamente quando ela colocava a mão ali que ela sabia que não era a única que estava arrepiada.
O beijo era algo indescritível. Era calmo, apenas isso. Eles queria aproveitar aquilo. O momento deles.
Não adianta perguntar quanto tempo durou. Com certeza eles responderiam: "O importante não é o tempo, e sim o sentimento.", como ela respondeu uma vez para ele.
Ele querendo aumentar um pouco mais a velocidade e aprofundar o beijo, puxou ela ainda mais para perto e levou a mão que estava em sua bochecha para seu cabelo. Ela sorriu ao beijo, quando percebeu a intensidade aumentando. Os lábios deles com certeza estariam vermelhos quando eles se separassem, tamanho era o sentimento de paixão e amizade que eles demonstravam naquele beijo. Ela começando a ficar sem ar e percebendo que seu sorvete estava começando a derreter e melando sua mão, decidiu parar o beijo. Encerrou com um selinho demorado e com sorrisos através dele, mas ele não querendo parar puxou-a novamente a beijando, enquanto ela ainda sorria. Até que ele acabou mesmo encerrando com uma mordida - um pouco forte - no lábio inferior dele. Ela se distanciou retirando seus braços do pescoço dele e o olhou. Ele acabou mesmo parando de beijá-la e retirou os braços em torno dela e levou sua mão direita à boca com um olhar - engraçado - de indignação com um leve sorriso nos lábios.
- Sua canibal! - e ambos riram.
- Com um beijinho sara! - ela aproximou-se dele e lhe deu um selinho.
Quando ele ia se afastando, ele, novamente, segurou-a pela cintura e ficou apenas a olhando com as testas grudadas. Ficaram em silêncio.
- Não posso acreditar que isso está acontecendo. - ela disse um pouco sonhadora.
- Por quê? - ele perguntou separando-se.
- É estranho isso. Nós dois juntos. - ele ia interrompê-la. Mania dele. - Espera... - ela riu e ele fechou a boca. - Mas é estranho... - começou a andar e ele ia seguindo-a. - A Meg, uma amiga que trabalha comigo, vivia me falando que isso - ela apontou com o dedo indicador de um para o outro -, ia acabar acontecendo, que ainda daria em namoro porque eu sempre falava: "O Tom me mandou um email", "O Tom me mandou uma mensagem", "O Tom aquilo", "O Tom isso"...
- Quer dizer que tem alguém que só sabe falar do Tom? - Ele perguntou abraçando-a por trás. Ela riu alto e confirmou com a cabeça.
- Mais é porque ele é meio chatinho e parece que nunca me esquece. Sempre me fazendo nunca esquecer dele. - ela disse parando, virando pra ele, e jogando seus braços em torno do pescoço dele. - Parece um adolescente, dando em cima da menina. Apesar que a menina não sabe se correponde ele certo; ela sim parece com um. Fica toda eufórica quando recebe algo, cheia de suspiros e com a cabeça na lua... - ele deu um selinho nela, pegou sua mão, entrelaçou os dedos e continuaram a andar pelo parque com um sorriso gigante no rosto, sabendo, agora, o efeito que surtia nela. - Acredita que só pra ele me beijar ele teve a capacidade de me melar com sorvete, eu me melei com o meu porque derreteu na minha mão e acabei não chupando o meu?! - ele apenas sorria com ela mostrando sua mão melada de sorvete. Ele abraçou-a e disse em sua orelha bem baixo.
- Acredito. Porque eu teria feito o mesmo.
- Teria? - ela disse baixo também na orelha dele - Que bom! Só não conta pra ele que isso tudo que aconteceu foi um sonho que se realizou.
Ele a olhou com muita ternura, passou as costas de sua mão em sua bochecha e a beijou. Pareciam mesmo dois adolescentes. Ela, agora, não se importava mais com sua mão melada. Apenas deixou elas passearem livremente pelo cabelo e pelas costas de Tom. Ele terminou com um selinho demorado.
- O sonho fica cada vez melhor e mais parecido com a realidade. - ela disse o abraçando pelo pescoço.
- Fica real porque são dois sonhos em um só. - ele a abraçou, fortemente, pela cintura.
Quando decidiram se soltar ficaram sem falar nada. Apenas um na companhia do outro de mãos dadas.
Acabaram avistando uma fonte e ela saiu correndo em direção à ela. Ele não entendendo, foi atrás dela. Ela se sentou na borda com as mãos dentro da água e pelo que subtendia-se lavando a mão. Ele ficou apenas em pé ao lado dela observando-a com um sorriso no rosto. Ela parecia criança que quer entrar na piscina, mas a mão não deixa e mesmo assim fica com a mão na borda. Ela jogou água nele e acertou na camiseta branca que ele usava, deixando-a transparente e fazendo com que ela grudasse em sua barriga.
- Tem gente que quer tomar banho na fonte. - ela riu e ele segurou-a nos braços, ameaçanado jogá-la.
- Não, Tom! Por favor. - ela gritava entre as risadas de ambos. Ele apenas a soltou, fazendo com que ela voltasse a posição inicial brincando com a água. Ele começou a olhar tudo ao seu redor, viu sentados em um banco mais afastado, um casal de velhinhos. E ali perdeu-se em pensamentos. Perdeu-se tanto que não ouviu Bia lhe chamando. Até que ela apertou sua bunda. Ele a olhou espantado por tal ato e ela sorria que nem criança.
- Abuso sexual é crime. - ele disse fingindo-se, agora, de espantado.
- É que você é muito sexy e eu não aguentei. - e ambos riram. - É que estou te chamando para irmos embora. Daqui a pouco escurece e o senhor está semblusa e com a camiseta molhada. - ela riu ainda mais apontando para 5 pingos que já estavam secando e levantou.
- É... Vamos logo antes que eu pegue uma pneumonia. - ele disse sarcástico e recebeu um tapa no braço.
- Tudo bem. Não me preocupo mais com você. - e mostrou a língua pra ele, enquanto ele massageava seu braço atingido, rindo.
- Você sabe que eu estou brincando. - e lhe deu um beijo na bochecha. - E você pode se preocupar comigo, porque eu me preocupo com você. - entrelaçaram as mãos novamente e começaram a andar procurando a saída do parque. - Tanto que para garantir sua janta hoje, convido a senhorita para um jantar em minha casa, hoje, mais precisamente agora, para comermos uma pizza. - terminou mostrando seu sorriso.
- Grande jantar! - ela disse debochada e ele fingiu-se ofendido. - Aceito ir, mas quero passar antes na minha casa e tomar um banho. Tudo bem?
- Sim. - e lhe deu um selinho.
Continuaram a andar em direção a saída do parque, com aquela vista do céu maravilhosa em cor alaranjada, formando um crepúsculo que anunciava o início da noite.
CONTINUA...
OMG! Que capítulo GIGAAANTE! ;O nãogosteidisso ;x
Quero ver quem vai MESMO ler ;]
Acho que vou ter que entrar com a fic em hiatus, por agora.
Escola está me matando ><”
Continuação do dia 18.08.2008.
Beijos, Biia;
p.s.: PARABÉNS PRA BAAABS! *-* ♥
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