A Balada Do Verdureiro
Se você acha que essa história é uma comédia, pode fechar a página, pois apesar do nome essa história não tem um final feliz – bem pelo menos não para o protagonista. Aconteceu há muitos anos atrás, na época em que o preço da carne estava alto de mais – para os padrões da época - e poucas pessoas eram bem de vida em Londres.
Mas sem dúvida a pessoa que mais sofreu, foi Daniel Alan David Jones, o verdureiro. Danny, como gostava de ser chamado, era uma pessoa simples, sem ódio no coração e que não precisava de muito para ser feliz. O verdureiro perdera o pai quando era apenas uma criança, sua mãe ficou louca e foi posta em um manicômio e sua irmã foi seqüestrada e Danny nunca mais soube dela. Mas de uns tempos para cá Danny estava em paz. Ganhava uns trocos vendendo verduras na feira, e possuía alguns poucos amigos (que eram mais “conhecidos” do que amigos de verdade). Morava em uma casa simples, e não parecia ter ambições.
Até aí tudo bem não é? Até parece que a história não terá um final feliz. Mas é aí que vocês se enganam. Em uma noite tempestuosa Danny viu a chama de uma vela acesa na antiga loja de tortas da Sra. Lovett. Sabia que a mulher sumira, e o barbeiro que morava no andar de cima morrera, então quem acendera a vela? Mesmo intrigado Danny preferiu ir dormir. Não era forte o suficiente para vencer o sono.
No dia seguinte, enquanto colocava as caixas de verduras na carroça, notou uma movimentação na antiga loja de tortas. Um homem não muito alto e loiro saía apressado do local. Logo depois dele, uma mulher um pouco mais baixa que o homem o seguiu. Alguma coisa estava acontecendo e o verdureiro estava curioso para saber o que era, mas tinha que trabalhar, portanto deixou o mistério para lá e foi para a feira.
Os dias passaram e o estranho casal que se apoderara da antiga loja de tortas da Sra. Lovett deixava Danny cada vez mais intrigado. Eles falavam aos cochichos e estavam sempre carregando sacos para dentro do local. Danny resolveu que falaria com eles. Tentaria ficar amigo deles e assim conseguiria descobrir o que estavam escondendo, porque de fato estavam escondendo alguma coisa. E o verdureiro achava que não era pouca coisa. Na manhã seguinte, uma sexta-feira, Danny viu o homem saindo do local novamente. Ele sempre fazia a mesma coisa, mas dessa vez ele subiu as escadas laterais que levavam ao segundo andar. Pouco depois o homem já estava de volta a antiga loja de tortas. O verdureiro deixou de lado suas verduras e foi até a loja. Bateu duas vezes e esperou. Ouviu passos e viu a silhueta do casal confabulando. Na certa se abririam ou não a porta para ele.
-Sim? – disse a mulher abrindo a porta e esboçando um sorriso para Danny. Um sorriso falso, que o verdureiro não percebeu.
-Olá, eu me chamo Danny, sou verdureiro. Já faz um tempo que estão por aqui e só agora que pude vir dar-lhes as boas vindas. – ele sorriu.
-Olá. – disse a mulher para ele.
-Eu lhes trouxe umas verduras. Notei que não vão a feira e tudo mais. – disse estendendo uma caixa de “coisas” verdes para ela.
Ela pareceu surpresa e pegou a caixa. Examinou seu conteúdo e sorriu para ele.
-Oh, é muita gentileza a sua. Obrigada, de verdade. – disse a mulher já fechando a porta. – Temos muita coisa pra fazer, então se puder nos dar licença...
-Claro, claro. Podemos conversar algum dia desses? – perguntou Danny antes de ela fechar totalmente a porta.
A mulher ficou sem saber o que fazer. Mas Danny não percebeu.
-Certamente que sim. Bom, até outro dia.- e bateu a porta com força na cara do verdureiro.
“Eles não devem estar fazendo nada de mal.” Pensou Danny. “Talvez o problema seja comigo.” Então ele voltou para seus afazeres.
A noite caiu rapidamente. O verdureiro nem notou como o tempo passou rápido. Viu seus novos vizinhos arrastando mais um saco para dentro da casa e acenou para eles. O homem lhe lançou um olhar estranho, mas a mulher abanou de volta. Danny guardou as verduras que não tinham sido vendidas em um caixote maior de madeira e entrou em sua própria casa. Mas...
-Ah não! Lilith volte aqui! – gritou ele para a gata. Lilith era uma gatinha que Danny com pena colocou para dentro de casa e passou a alimentar e cuidar dela. Era seu bichinho de estimação e o único felino que Danny gostava.
Mas a gata não voltou. Se escondeu atrás de algumas latas de lixo ao lado da loja de tortas. O verdureiro foi busca-la.
-Lilith, saia daí, vamos. – ele pedia cansado para a gata. Abaixou-se para alcança-la e foi então que ouviu as vozes. Eram as vozes do estranho casal. Mesmo achando que eles não eram tão estranhos assim ficou atento a conversa.
Não precisou de muito para ficar assustado. Assim que ouviu as palavras “matar”, “diamantes” e “velho caquético” na mesma frase sentiu a cor de seu rosto se esvair. Rapidamente pegou Lilith, mas não sem fazer um tremendo barulho e voltou correndo para casa.
Danny sabia que tinha chamado a atenção de seus novos vizinhos. Sabia que eles sabiam que ele tinha ouvido a conversa. Colocou-se de joelhos e começou a rezar. Estava morrendo de medo. Sabe-se lá o que eles fariam se o pegassem.
Pouco tempo depois ouviu batidas rápidas na porta de sua casa. Assustado Danny foi até a porta e a abriu um pouco.
-Olá! – era ela, a mulher estranha.
-Oi. – disse Danny ainda com medo.
-Eu e meu amigo - disse ela apontando para trás, e só então Danny percebeu a presença do homem loiro atrás dela. – estávamos fazendo umas tortas com novos sabores e viemos saber se você não quer ser nossa cobaia e prova-las.
Um alívio tomou conta de Danny e ele abriu mais a porta. Eles só estavam fazendo tortas. O que ele ouviu, era tudo imaginação.
-Claro, claro, eu adoraria! – disse o verdureiro sorrindo.
-Ótimo! Então, quer nos acompanhar, por favor? – ela pediu. E Danny rapidamente saiu e fechou a porta atrás de si.
Depois de vários pratos sujos de torta, e várias doses de Gim, Danny já tinha contado toda a sua vida para Alice e seu amigo Dougie. Beber demais, em companhia de pessoas praticamente desconhecidas não é muito bom, mas Danny nem se importava.
-Então aquela gata chata fugiu e eu tive que ir atrás dela obviamente. Foi aí que eu ouvi vocês falando sobre matar um velho caquético e ficar com todos os diamantes dele. –disse o verdureiro comendo mais um pedaço de torta. Aquelas tortas pareciam muito melhores do que as tortas da Sra. Lovett.
-Oh é mesmo? – disse Alice agora parecendo muito interessada na conversa.
-É. Mas aí eu percebi que era tudo coisa da minha cabeça. Bem capaz que pessoas tão legais como vocês iam matar alguém. – disse ele rindo e comendo a torta ao mesmo tempo.
Alice e Dougie trocaram olhares enigmáticos e o loiro levantou-se, deixando o lugar ao lado de Alice vago. Danny não percebeu a mudança da expressão do rosto da mulher.
-Sabia que não é legal ouvir a conversa dos outros Danny? – perguntou Alice. Danny nada disse, apenas observou-a. – É, porque, pode acontecer algum ruim com quem está no lugar errado na hora errada.
-Alice tem razão Danny. Não se deve ouvir a conversa dos outros. – disse a voz fantasmagórica de Dougie vinda de algum lugar atrás dele. O rosto de Danny ficou lívido.
-Espera...espera aí. Vocês – ele apontou para o casal – vocês dois, vão mesmo matar alguém? – agora Danny estava realmente assustado.
Alice sorriu maleficamente para o verdureiro.
-AH MEU DEUS!!! – Danny gritou largando o garfo, que caiu fazendo um mínimo barulho no assoalho. – E agora? O que vão fazer comigo? Por favor, não façam nada comigo, por favor!
-Calma Danny, você não vai sentir nada. – disse Dougie.
-A gata não sentiu. – disse Alice e então Danny viu Lilith pendurada pelo pescoço em uma corda, atrás de Alice.Como eles a pegaram, Danny nunca soube.
Danny gritou, mas seu grito foi interrompido por uma lâmina fria que cortou sua garganta fazendo o sangue jorrar por cima do balcão.
O corpo do verdureiro caiu no chão com um baque surdo. Daniel Alan David Jones foi silenciado.
-E o que vamos fazer? – perguntou Alice na manhã seguinte observando o corpo do verdureiro que já juntava moscas.
-Vamos esperar escurecer, levaremos o corpo para o cemitério e o enterraremos.- respondeu Dougie.
E assim fizeram. Quando chegou o crepúsculo Alice saiu de casa e pouco depois voltou carregando um saco um pouco maior do que os anteriores. Os dois colocaram o corpo do verdureiro dentro do saco e esperaram mais alguns minutos. Assim que a Rua Fleet silenciou eles saíram e colocaram o corpo na carroça que Danny usava para levar suas verduras para a feira.
Pouco depois estavam no cemitério municipal de Londres.
O corpo foi jogado na cova já aberta e Dougie rapidamente cobriu de terra o cadáver.
-Serviço feito. – disse Dougie olhando para a cova fechada, orgulhoso de seu trabalho.
-Erro seu querido. Ainda temos muito que fazer. – disse Alice.
Dougie aproximou-se da mulher e pegou-lhe as mãos.
-Assim que os diamantes forem nossos vou faze-la a mulher mais feliz de Londres. – disse ele sorrindo para ela.
Ela sorriu de volta para o loiro, dessa vez um sorriso verdadeiro e os dois se beijaram.
Para eles a história teve um final feliz, mas ninguém nunca mais soube do verdureiro.
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antes de tudo eu quero deixar bem claro que não tenho nada contra o Danny, mas alguém precisava ser a vítima. xD
e, a fic tem algumas semelhanças, digamos,com o musical Sweeney Todd: The Demon Barber Of Fleet Street. Pq? pq eu simplesmente adoro o filme e, eh dirigido pelo gênio Tim Burton (ídolo *-*).
bom, espero que me perdoem por ter matado - e nem fui eu hein, foi o Doug! - o Danny e que tenham gostado da fic xD
xoxo,
Lah
Postado por:
McGirl*
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Hoccus Pocus in London
-Low, vamos em algum pub hoje?
-Que pub menina?Ta louca é?
-É um pub novo,original do Brasil!
-Do Brasil?Que lugar é esse?
-Hoccus Pocus!
-AHHHHHHHHH, VOCÊ TA BRINCANDO NÃO É?HOCCUS POCUS EM LONDRES? MAIS PERFEITO QUE ISSO IMPOSSIVEL!-Os olhos Low brilharam.
-VAMOS ENTAO OU NÃO? - Leticia dava pulinhos histericos.
-TA BRINCANDO DE NOVO É GURIA?É OBIVO QUE SIIIIIIIIM!
-TAH, se arrume então, eu já estou prontinha!
-Oks, acho que a lerdeza mata...Eu já estou pronta pessoa!
-Já?Como assim?
-Claro, enfim que banda vai tocar hoje?
-Como o pub vai estreiar hoje é uma banda nova que vai tocar, acho que o nome é McFLY, tem uma foto deles na porta do pub@
-Ok, pegue o carro e eu tranco a casa!
-Beleza!
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-Pouts, isso vai lotar até! - Low.
-Relaxa! Vem comigo! - Leticia arrastou a guria até a porta.
-Que? Como assim?
-Brasileiras são vip's nesse pub!
-Waw, por isso que eu amo a Hoccus!
-Ddue a Hoccus daqui é mais perfeito ainda!
-É mesmo, olha a banda já entrou!
-E tem poucas pessoas ainda, da pra gente ir pro pé do palco?
-Uhum, relembrando os velhos tempos, né amigas!
-Com certeza né? -As duas se abraçaram.
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(Bem depois de algum tempo de show)
-Bem pessoas, adoramos tocar aqui, daqui a pouco a gente volta! - Harry.
-Ui, Leticia amei esse meninos! - Low olhava diretamente para um loirinho baixo da banda.
-A dude, digo o mesmo viu? - A menina que dessa vez olhava para um outro loirinho, porem alto e dos olhos escuros.
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-Dougie pra quem tu ta olhando guri? - Danny.
-Ninguem não perninhas de rato!
-Tooooom? E você? - Harry.
-Ninguem também Judd!
-Ta bom, vou dançar já volto!
-Ui, eu vou com você Judd! - Danny.
-Vai casal gay...
-Você que pensa Dougie! - Harry olhou malicioso.
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-Oi, meninas! - Harry disse passando tua mao pelo ombro de uma das meninas.
-Oie, eu sou a Leticia e essa é a Low! - Leticia disse tirando a mao do guri.
-Erm, ok...Vamos dançar?
-Vamos mas você não vai tocar mais?
-Vamos, mas da tempo!
-E minha amiga?
-Ah, o Danny ta aqui! - Harry puxou o menino fazendo ficar cara-a-cara com a menina.
-Siim,
-Vamos entao ou não?
-Claro, erm, vamos Low!
-Uhum.
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-Ta okay, eles já passaram dos limites! - Tom disse emburrado.
-Tambem acho, vamos voltar a tocar agora!Vai corta o barato deles!
-Uhum!
-OW DANNY E HARRY VAMOS VOLTAR? -Dougie chegou ficando logo ao lado de Low, separando os dois.
-oks, tchau meninas, fiquem la na frente...- Danny disse abrançando a outra guria.
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-Pow cara! Por que vocês fizeram isso? - Harry.
-Não interessa, nas vamos tocar agora né? - Dougie.
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-Bem, pessoas agora o show realmente esta acabando e queria chamar duas pessoas para subir no palco.- Dougie e Tom desceram do palco e puxaram duas meninas para cima. Danny e Harry ficaram completamente pasmos, poram deixaram passar.
-Agora ultima musica, ONE FOR THE RADIO, nossa nova musica. -Tom disse pulando de alegria.
As meninas dançaram até nao poder mais.
-Gente, por hoje...Até mais. - Dougie disse, logo em seguida puxando Low, e tascando-lhe um beijo.Tom que viu a cena ficou todo animado e olhou pra Leticia, pegou-a no colo e saiu correndo.Danny pegou sua guitarra e saiu rodando-baiana.Harry ciom suas baquetas saiu fazendo solos na cabeça de todos os guris que estavam na Hoccus.
PS: Eu sei a fic ficou terrivel e minuscula.Sorry pessoas --', mas tô sem imaginação hoje.E tá super estranha mas é isso ae. xoxo's
Postado por:
Lulle
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21:02:59
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CONTINUANDO...
A Bia voltou pra sala segurando um copo com água e me ofereceu. Precisava mesmo daquilo. Bebi de uma vez.
- Obrigado. – devolvi o copo vazio para ela, mas ela apenas colocou na mesa de canto que separava os sofás. – Era o Dougie no telefone, - comecei a dizer. – e a Izzy pediu pra perguntar de você e eu disse que você estava passando mal e te levei pra sua casa.
– O que de fato não é mentira. – ela sorriu sem mostrar os dentes. E de novo o silêncio permaneceu entre nós. O clima ficou estranho depois da ligação. Olhei para o relógio e percebi que era muito tarde.
- Acho melhor eu ir embora. Está muito tarde. – ela apenas confirmou com a cabeça e seguiu para a porta. Que vontade de puxá-la e beijá-la... Mas não fiz isso.
Me levantei e fui também em direção a porta, enquanto ela abria a mesma.
- Podemos nos ver de novo? – ela perguntou um pouco envergonhada. – Você me prometeu apresentar o Tom. – rimos.
- Claro que sim. Me dá seu número que eu falo pra ele te ligar. – falei entregando meu celular pra ela enquanto eu chamava o elevador. Ela riu, digitou o número rapidamente e me devolveu. Salvei e apertei para chamar. Escutei a batida de uma música distante e tinha certeza que a conhecia. Quando ficou mais alto, reconheci Star Girl como toque do celular dela. Ela ficou extremamente envergonhada. Para – tentar – descontrair, eu disse:
- Relaxa! Eu não vou contar pro Tom que seu toque é uma música da banda dele. – ela sorriu sem-graça e, ainda, envergonhada. – Agora você tem meu número. – apertei seu nariz. – Tchau, pequena. – beijei sua bochecha e saí em direção ao elevador que já havia chego.
Estava já deitado em minha cama quando escutei meu celular. Peguei-o em minha cabeceira e vi que era mensagem. Era da Bia.
“Obrigada por hoje. Não se esqueça do meu encontro com o Tom. Beijo e boa noite.”
Sorri com a mensagem e logo a respondi: “Não irei esquecer. Obrigado também. Boa noite, pequena.”
Esperei alguns minutos, mas ela não respondeu. Fiquei pensando em tudo que tinha acontecido. Mesmo tudo praticamente se resumindo as últimas horas na casa da Bia. Rolei muito na cama até achar uma posição boa para dormir. Cansei e, finalmente, adormeci.
CONTINUA...
Continuando com ela... Minha paixãozinha! *-*
Ain... Estou extremamente feliz já que agora eu também tenho o 'Crepúsculo'.
Mih; lembro de você sempre, ok?! ;p Obrigada por deixar eu postar hoje e desculpa não postar ontem. Esqueci MESMO! ;S
Falei que esse capítulo era curto... ♪
Continuação da fic do dia 03.08.2008.
Beeijos, Biia.
P.S.: Lah, eu sei que mesmo com o último comentário, vc quer que eu continue postando ;Pp
Postado por:
McGirl*
às
20:13:04
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